Oi, tudo bem? Que legal, comigo não. E é por isso que acho que preciso conversar comigo mesma, e resolver umas questões, tudo bem que outras pessoas vão ler isso, mas devem ser no máximo umas duas ou três. Eu não ando penteando muito o cabelo e estudando pras provas mais fodas, por isso eu acho que tem algo de errado comigo. Eu acho não, eu tenho certeza, porque chorar costanteamente, está realmente fora do meu normal. A única pergunta que faço pra mim mesma toda hora é: Como eu pude desperdiçar tanto tempo da minha vida? Como eu pude transformar ela nisso? E em nenhum momento me pergunto como posso melhorá-la. Já que nada vem amenizando esses sentimento de culpa, tristeza e raiva que existem dentro de mim. E nada consegue tirar isso tudo, parece que nada vai animar, nada vai consertar, e nada vai resolver, nem mesmo a verdadeira solução. Parece que nem se eu solucionasse meus problemas eu estaria satisfeita, já que eu nunca esqueceria o problema em si.
Minha mãe e o resto das pessoas falaram pra eu esperar o tempo passar, só que eu acho que ninguém sabia que eu faria isso com uma síndrome de "Esqueceram de mim" e com cara de Macaulay Culkin "estou sozinho o tempo inteiro, mesmo que hajam bandidos legais comigo".
Começo a pensar que tenho que mudar, mesmo que sozinha. Eu posso fazer isso por mim, e eu tenho que fazer. Porque isso está realmente enxendo meu saco, e com certeza, os das pessoas a minha volta, até mesmo meu amigo ou sei lá o que que ele é, que insinuou, ou melhor, disse claramente, que se eu continuasse desse jeito eu iria me matar.
Fiquem tranquilos, eu não vou me matar. Mas se eu continuasse do jeito que eu tava, ia morrer sem nem mesmo eu precisar cometer algo contra mim mesma, no caso eu digo, um homicídio propriamente dito :)
Se alguém tem que fazer algo por mim, não é ninguém a minha volta, sou eu mesma.
E eu vou fazer.
terça-feira, 23 de junho de 2009
segunda-feira, 22 de junho de 2009
Porque o perdão também cansa de perdoar
Tem sempre o dia em que a casa cai
Pois vai curtir seu deserto, vai
Mas deixe a lâmpada acesa
Se algum dia a tristeza quiser entrar
E uma bebida por perto
Porque você pode estar certa que vai chorar
Tantas você fez que ela cansou...
(Vinicius de Moraes)
Pois vai curtir seu deserto, vai
Mas deixe a lâmpada acesa
Se algum dia a tristeza quiser entrar
E uma bebida por perto
Porque você pode estar certa que vai chorar
Tantas você fez que ela cansou...
(Vinicius de Moraes)
quarta-feira, 17 de junho de 2009
Onde está o lindo dia?
quarta-feira, 3 de junho de 2009
A verdade em minhas mentiras
Ainda é cedo, mal comecei a conhecer a vida
Mas já anunciei a hora da partida
Sem saber mesmo o rumo que irei tomar
Embora eu esteja resolvida,
Em cada esquina cai um pouco a minha vida
E em pouco tempo não serei mas o que sou
O mundo é um moinho,
Triturou meus sonhos, tão mesquinhos...
Reduziu as ilusões a pó...
Em cada amor eu herdei só o sinismo,
E quando eu notei, estava a beira de um abismo
Abismo que eu cavei com os meus pés.
Cartola
Mas já anunciei a hora da partida
Sem saber mesmo o rumo que irei tomar
Embora eu esteja resolvida,
Em cada esquina cai um pouco a minha vida
E em pouco tempo não serei mas o que sou
O mundo é um moinho,
Triturou meus sonhos, tão mesquinhos...
Reduziu as ilusões a pó...
Em cada amor eu herdei só o sinismo,
E quando eu notei, estava a beira de um abismo
Abismo que eu cavei com os meus pés.
Cartola
sábado, 30 de maio de 2009
...
É como se eu tivesse me jogado de um penhasco. Sem chão agora eu caio... Me sinto agora livre, voando, sem culpa, sem chance de errar novamente. Sinto agora que cheguei no fim, caindo em direção a morte. Me matei, mas quem sabe eu não possa renascer... E diferente, depois de tudo que aprendi, depois de tudo que sofri, e fiz sofrer.
Chego ao chão, me despadaço... Meu coração de pedra agora espalhado em mil pedrinhas, cada uma um erro diferente. Cada sonho que eu sonhei ficou pra trás, cada coração que eu pisei, não bate mais, igual ao meu. A chuva começa, como em todo fim de tragédia, e eu vou continuar aqui, esperando ela passar.
Chego ao chão, me despadaço... Meu coração de pedra agora espalhado em mil pedrinhas, cada uma um erro diferente. Cada sonho que eu sonhei ficou pra trás, cada coração que eu pisei, não bate mais, igual ao meu. A chuva começa, como em todo fim de tragédia, e eu vou continuar aqui, esperando ela passar.
domingo, 24 de maio de 2009
Me deixa quieta, por favor?
Eu prefiro me calar, não me manifestar. O silêncio é uma virtude, quando necessário. Eu prefiro morrer engasgada com todas as palavras que eu queria cuspir na cara. Porque agora eu enxergo que não tem porque falar. Eu falei tanto e não adiantou nada... Eu disse tantas coisas que se perderam. Pra que falar? Só sorrir. Sorrir basta pra amenizar a falta do que dizer.
Eu não quero nem mesmo provocar. Provocar o quê? Provocar coisas ruins em mim, porque eu sempre soube que estrada sem rumo leva a lugar nenhum... Talvez eu não queira nem chegar a algum lugar, mas pelo menos caminhar feliz eu quero. E a minha felicidade não esta mais ligada a tudo isso.
Me deixa seguir sem todos esses jogos idiotas, me deixa seguir sozinha, calada... e feliz. Me faz esse imenso favor.
Eu não quero nem mesmo provocar. Provocar o quê? Provocar coisas ruins em mim, porque eu sempre soube que estrada sem rumo leva a lugar nenhum... Talvez eu não queira nem chegar a algum lugar, mas pelo menos caminhar feliz eu quero. E a minha felicidade não esta mais ligada a tudo isso.
Me deixa seguir sem todos esses jogos idiotas, me deixa seguir sozinha, calada... e feliz. Me faz esse imenso favor.
domingo, 17 de maio de 2009
Bons Tempos
Bons tempos aqueles em que suas perguntas eram difíceis e suas repostas não eram secas. Em que a gente podia rir um do outro, e não gostava tanto de se machucar. Em que eu esperava respeito e sabia respeitar. Em que eu não me descontrolava e você sabia me fazer rir.
Bons tempos aqueles em que a dupla perfeita era eu e você. Em que o perigo era divertido, em que o ódio era desejo e em que os pensamentos não existiam.
Bons tempos aqueles em que voce me elogiava e eu te correspondia fazendo o que você queria. Em que meu toque te arrepiava e minha culpa não me levava a querer errar mais, só pra te irritar. Em que você não me decepcionava ao ponto de eu querer te irritar.
Bons tempos aqueles em que eu pensei que você era a pessoa certa pra eu confiar e que por qualquer coisa a gente podia passar. Em que nosso prazer era zuar. Em que eu nao entendia quem era você, e nem você tinha descoberto quem eu era.
Bons tempos aqueles, não que eu pensei que fosse pra sempre, mas que eu pensei que seria bom toda vez que fosse.
Bons tempos aqueles em que a dupla perfeita era eu e você. Em que o perigo era divertido, em que o ódio era desejo e em que os pensamentos não existiam.
Bons tempos aqueles em que voce me elogiava e eu te correspondia fazendo o que você queria. Em que meu toque te arrepiava e minha culpa não me levava a querer errar mais, só pra te irritar. Em que você não me decepcionava ao ponto de eu querer te irritar.
Bons tempos aqueles em que eu pensei que você era a pessoa certa pra eu confiar e que por qualquer coisa a gente podia passar. Em que nosso prazer era zuar. Em que eu nao entendia quem era você, e nem você tinha descoberto quem eu era.
Bons tempos aqueles, não que eu pensei que fosse pra sempre, mas que eu pensei que seria bom toda vez que fosse.
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