"Amor, então
também, acaba?
Não, que eu saiba.
O que eu sei
é que se transforma
numa matéria-prima
que a vida se encarrega
de transformar em raiva.
Ou em rima."
Paulo Leminski
Apaixonada por Leminski...
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013
sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013
Deixa que o sol te veja.
Todo mundo sempre me pergunta: Como você consegue? Como você esquece tão rápido? Como você sai por aí e vive? E beija? E sonha? E ri? Como você não chora? Como você debocha?
Eu não esqueci de nada, nada passou. Mas isso não é fingimento, sabe por que? Porque lá na frente tem um horizonte, que é bem maior do que eu vejo quando eu olho pra trás. E aqui dentro, aqui dentro é vasto e profundo, aqui cabe o choro e o riso, a saudade e a ânsia, a decepção e o sonho, a mágoa e a esperança. Aqui dentro cabe amor ainda. Eu sempre digo por aí que meu coração está fechado, mas está fechado para os ingratos, para os que não podem dar valor a uma mão estendida, para os que não enxergam a beleza de uma lágrima de felicidade, para os que não amadurecem com a luta da convivência e da vida, para os que só pensam na própria felicidade e satisfação. Para o resto do mundo estou de braços e coração abertos, eu só falto voar!
"Esse é só o começo do fim da nossa vida, deixa chegar o sonho, prepara uma avenida, que a gente vai passar...!"
Eu não esqueci de nada, nada passou. Mas isso não é fingimento, sabe por que? Porque lá na frente tem um horizonte, que é bem maior do que eu vejo quando eu olho pra trás. E aqui dentro, aqui dentro é vasto e profundo, aqui cabe o choro e o riso, a saudade e a ânsia, a decepção e o sonho, a mágoa e a esperança. Aqui dentro cabe amor ainda. Eu sempre digo por aí que meu coração está fechado, mas está fechado para os ingratos, para os que não podem dar valor a uma mão estendida, para os que não enxergam a beleza de uma lágrima de felicidade, para os que não amadurecem com a luta da convivência e da vida, para os que só pensam na própria felicidade e satisfação. Para o resto do mundo estou de braços e coração abertos, eu só falto voar!
"Esse é só o começo do fim da nossa vida, deixa chegar o sonho, prepara uma avenida, que a gente vai passar...!"
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013
segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013
quinta-feira, 24 de janeiro de 2013
Pessoas

Minha vida tem se resumido há muito tempo em: pessoas. Tudo que preenche a minha mente é isso. Pessoas que me entendam, pessoas que me façam sentir segura, pessoas a minha volta para que eu não me sinta sozinha, pessoas que me digam a direção, pessoas que leiam o que escrevo, pessoas que se importam com que o que eu digo, com o que eu penso, pessoas que me desejam, pessoas... O tempo todo. Quero senti-las, quero tocá-las, quero ter certeza de que elas estão ali. Por quê? Por que me importa tanto as outras pessoas? Essa sensação angustiante de procurá-las vem me fazendo mal. Quero meus olhos voltados pra dentro de mim. Que tipo de pessoa sou eu? Que tipo de coisa eu quero pra mim? Não quero mais encher minha cabecinha dura de pessoas, quero abstrato, amores, cores, sabores e dores, quero concreto, livros, objetivos, rabiscos e flores. Não me interessa mais carne e osso, o que preenche meu próprio corpo é mais que o que tive até agora. Pessoas são fascinantes, mas o que elas causam e constroem é muito mais. E o que elas desconhecem e não apreciam é melhor ainda. Estou indo em busca... Sozinha.
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