Acho que isso não é algo que mexe comigo mais, pode ser que sim, talvez lá no fundo... Outras coisas andam mexendo comigo, mas acho que ainda é muito cedo pra falar sobre isso.
O fato é que eu tô viciada nessa música e essa mulherzinha fala pouco, mas fala o suficiente! HAHAHA. Só quero lembrar que eu tô muito feliz, dá até medo.
sexta-feira, 14 de setembro de 2012
quarta-feira, 5 de setembro de 2012
sexta-feira, 31 de agosto de 2012
segunda-feira, 27 de agosto de 2012
não se deixe contaminar
preciso que isso vá embora. eu preciso do coração vazio desse ódio e dessa dor, preciso da cabeça limpa de lembranças tão ruins, preciso de olhos que não desejem tanto mal, preciso de energias boas, vontades melhores do que desejar que uma pessoa pague em dobro o mal que ela fez. eu não posso desejar isso pra ninguém, porque o dobro, eu posso dizer, seria muito... seria demais.
é justo eu querer que o mundo saiba quem são as pessoas ruins, mas é injusto que a minha verdade seja a única. até quando vou carregar traumas? até quando vou carregar tanta raiva pelo mal que me causam?
eu só quero estar limpa de corpo e de alma.
quarta-feira, 22 de agosto de 2012
É mais fácil correr sem sofrer, porque me falta fôlego e fé pra me entregar. E tudo que enxergam é frieza, é gelo, mas se me olho no espelho eu vejo um oceano imenso, eu não posso enxergar tudo o que abrigo, mas sei que é profundo. Eu sei que eu tenho muito a oferecer pra esse mundo que não me oferece nada em troca. Eu me dôo de graça, eu me lanço, eu me atiro, eu me jogo, eu sorrio. Minhas gargalhadas fazem eco no vazio.
Todos os espinhos de uma bela flor. Podem me tocar, a pele, os cabelos, a boca e o coração, sem que eu sinta nada. Mas podem me ferir irremediavelmente sem que me relem um dedo.
Eu sou dura.
Eu sou o amor... no seu estado bruto.
segunda-feira, 20 de agosto de 2012
quinta-feira, 16 de agosto de 2012
O poeta é um fingidor
A dor só é sensível a mim e ao outro quando se torna palavra. E é por isso que escrevo.
Uma dor que se sente, só é realmente sentida por quem a vive. Mas posso fingir que o que escrevo consegue ser realmente aquilo que senti, e também que posso dividir isso com o outro.
As vezes não podemos nem dizer a nós mesmos o quanto sofremos, nem mesmo nós temos noção do tamanho da nossa dor. Mas é sempre bom que se escreva, é sempre bom que se perceba o que há de poético naquilo que se vive, não importa o que seja.
Uma dor que se sente, só é realmente sentida por quem a vive. Mas posso fingir que o que escrevo consegue ser realmente aquilo que senti, e também que posso dividir isso com o outro.
As vezes não podemos nem dizer a nós mesmos o quanto sofremos, nem mesmo nós temos noção do tamanho da nossa dor. Mas é sempre bom que se escreva, é sempre bom que se perceba o que há de poético naquilo que se vive, não importa o que seja.
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