Eram as deusas astronautas?
Meus passos em direção aos astros
Do passado ao futuro
Foi um caminho longo... E duro
Mas se da terra viemos, à terra voltaremos
O rumo do ninho não se perde
Nua deixei e nua voltarei ao ventre
Do espaço até as pirâmides
Um rastro...
Era eu o cometa Harley
Viajando há anos-luz
O início é o fim do caminho
Eu cheguei a tocar as estrelas
Com os pés fincandos ao chão
Eram as deusas astronautas?
Ou era mãe-África a semente da vida
E nós o mistério do tempo?
domingo, 3 de junho de 2018
quinta-feira, 19 de abril de 2018
quinta-feira, 12 de abril de 2018
terça-feira, 2 de janeiro de 2018
Se te imagina
Sozinho
No meio da selva
Se é capaz
De pensar
Em ser
Num espaço
Inóspito
Se te depara
Com a onça
O que te vem
A cabeça?
"Não olhe nos olhos dela,
Não encare
A fera"
Que besteira...
O bicho percebe
A decência
De quem não desvia
Por medo
Ele espera
Um olhar de respeito
Pra dividir seu espaço
Com o outro
Sozinho
No meio da selva
Se é capaz
De pensar
Em ser
Num espaço
Inóspito
Se te depara
Com a onça
O que te vem
A cabeça?
"Não olhe nos olhos dela,
Não encare
A fera"
Que besteira...
O bicho percebe
A decência
De quem não desvia
Por medo
Ele espera
Um olhar de respeito
Pra dividir seu espaço
Com o outro
a lágrima escorre
seca
o resto é que está
molhado
a vida mais uma vez
chega
transbordando
meu coração
inundado
cansado
em meu velho barco
sob o silêncio de um
sol iluminado
permaneço
queimando
sozinho
entre as correntezas
incrédulo
estático
e como quem protege
os grandes amigos
o vento
me sopra aos ouvidos:
você já conhece
as águas
não durma
não pule
cuidado
seca
o resto é que está
molhado
a vida mais uma vez
chega
transbordando
meu coração
inundado
cansado
em meu velho barco
sob o silêncio de um
sol iluminado
permaneço
queimando
sozinho
entre as correntezas
incrédulo
estático
e como quem protege
os grandes amigos
o vento
me sopra aos ouvidos:
você já conhece
as águas
não durma
não pule
cuidado
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